E o meu patrimônio?! Como anda?

Parece estranho, mas muita empresa as vezes não tem a mínima ideia do que realmente possui.

Nesta semana fui chamado por uma empresa para fazer uma apuração de seus haveres tendo em vista o falecimento de um dos sócios, e se fazia necessário apurar os valores para os herdeiros.

A primeira coisa que pedi foram as demonstrações contábeis. Totalmente fora da realidade da empresa. O pessoal as vezes poe a culpa no contador, mas meus amigos empresários: contador não é adivinho! Nós trabalhamos com informações. Estas nos alimentam e com elas geramos os relatórios. Muitos vão falar: “ah mas é so uma mesinha que eu comprei e não precisa passar pro contador”.

Precisa e muito!

Mas voltando ao ponto inicial, a contabilidade não estava atualizada. Sendo assim descartei utilizar os livros. Pedi para o proprietário me passar um controle do que ele tinha na empresa. Nada!

Sendo assim já coloquei no meu planejamento e semana que vem vai ser bem longa, demorarei uns 20 dias para organizar e descobrir tudo.

Fora esses problemas, o principal foco deste post é alertar os colegas empresários que o controle do que você tem é fundamental para você saber para onde seu dinheiro está indo. Além disto a partir de 2019 o Brasil adotará a IRFS 16.

A IFRS 16 elimina o conceito de arrendamentos operacionais e financeiros para arrendatários que existe na IAS 17, substituindo-o por um único modelo contábil, segundo o qual os arrendatários devem reconhecer todos os arrendamentos (incluindo ativos imobilizados) no balanço como um “ativo de direito de uso” e tendo como contrapartida um “passivo de arrendamento”. Os ativos de pequeno valor e os arrendamentos de curto prazo são tratados como uma exceção a este tratamento dentro da nova norma. As regras para os arrendadores não mudaram significativamente. O reconhecimento da maioria dos arrendamentos no balanço foi impulsionado pelo IASB para melhorar a transparência, a comparabilidade e a divulgação das atividades de arrendamento das empresas.

Sendo assim meus nobres amigos, temos um trabalho árduo pela frente: o controle do que temos efetivamente em nosso patrimônio.

Empresas que locam seus bens também devem se atentar para estas mudanças. Um estudo bem detalhado de seu patrimônio faz-se necessário.

Estou aqui para ajudar nesta nova batalha!

att

Paulo Henrique de Castro Ferreira Contador CRC MG 106412/O – Perito Contábil CNPC 087 Avaliador Imobiliário CNAI 23358 Pericias financeiras; apuração de haveres e avaliação de empresas; Especialista em 3º Setor e em fusões, cisões e incorporações; http://www.prosperarecontabil.com.br

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